O Eco EPDM surgiu no mercado como uma alternativa de menor custo ao EPDM puro. No entanto, é fundamental que o fabricante de esquadrias entenda a diferença entre os dois materiais — pois essa escolha impacta diretamente na qualidade, durabilidade e reputação do seu produto final.
O EPDM puro é um elastômero sintético nobre, com propriedades técnicas comprovadas. Resiste às intempéries, mantém sua elasticidade e maciez ao longo do tempo, não encolhe, não esbranquiça e não perde sua eficiência. É um material desenvolvido para durar.
O Eco EPDM, por sua vez, é um termoplástico — e essa é a diferença fundamental. Ao contrário do EPDM, que é um elastômero vulcanizado e mantém suas propriedades mesmo em altas temperaturas, o Eco EPDM derrete com o calor. Em aplicações simples e internas, pode até apresentar desempenho aceitável. Porém, quando exposto ao sol, ao calor e às variações de temperatura — condições comuns em esquadrias e fachadas — o Eco EPDM tende a ressecar, esbranquiçar, perder elasticidade e derreter. Nas peles de vidro, o problema é ainda mais grave: uma pele de vidro em Eco EPDM exposta ao sol pode comprometer toda a vedação, gerando retrabalho, reclamações e prejuízo para o fabricante.